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Endovascular

DOENÇAS

A cirurgia endovascular revolucionou a área vascular com procedimentos percutâneos e minimamente invasivos. Neste site, você encontra informações sobre a técnica endovascular no tratamento de diversas doenças e os avanços deste método para o bem-estar do paciente. Fazemos parte de um grupo do Departamento de Cirurgia da Santa Casa de São Paulo que continuamente pesquisa e troca experiências para incorporar qualidade nos procedimentos e habilitar cirurgiões vasculares em todo Brasil.

PROCEDIMENTOS

A técnica endovascular é bastante aplicada para corrigir:

1- Aorta
2- Carótidas
3- Artérias das pernas
4- Artérias renais
5- Artérias viscerais (do estômago, esôfago, pâncreas, fígado, vesícula biliar e intestino)
Os procedimentos de cirurgia endovascular podem ser aplicados no tratamento de várias doenças em diferentes partes do corpo. Essas doenças se instalam, principalmente, por estresse, pressão alta, tabagismo, sedentarismo, colesterol e diabetes elevado.

Aneurisma da aorta abdominal

O que é
Fraqueza da principal artéria do abdome causada pelo depósito de colesterol e cálcio na parede da artéria, fazendo-a dilatar como um balão. Trata-se de um processo lento e gradual, que pode levar anos. Acontece com mais frequência em pacientes com problemas vasculares, doenças do coração, pressão arterial elevada e fumantes.

Sintoma
Não há sintoma e, em geral, o aneurisma é descoberto acidentalmente em exames para outros problemas (como gastrointestinais, urinários e ginecológicos). Quando rompe provoca uma grande perda sanguínea com risco de morte.

Diagnóstico
A tomografia computadorizada de abdome é o principal exame para revelar e avaliar o tamanho do aneurisma. Também é comum recorrer à angiografia para planejar o tratamento.

Tratamento convencional
É uma cirurgia de grande porte realizada com anestesia geral e uma longa incisão no abdome. Neste método, o cirurgião insere uma prótese sintética para substituir a artéria doente. O paciente necessita de cuidados em UTI, o tempo de internação costuma ser de 7 dias e a recuperação, entre 6 e 8 semanas.

Tratamento endovascular
Minimamente invasivo e sem abertura do abdome, a prótese é introduzida através de uma pequena incisão na virilha acima e abaixo do aneurisma. O procedimento ocorre dentro do vaso sanguíneo no qual a endoprótese forma um novo e seguro canal por onde passará o fluxo sanguíneo. O tempo de internação hospitalar é de 1 a 2 dias e o retorno às atividades habituais pode ser feito em uma semana.

Técnica percutânea

É realizada apenas por punção e consiste no uso de dispositivos de oclusão que suturam o vaso. Oferece uma recuperação mais rápida, pós-operatório sem dor e consequentemente um menor tempo de internação.

Aneurisma da artéria poplítea

O que é

Dilatação segmentar e permanente da artéria poplítea (que fica atrás do joelho) com diâmetro acima de 50% do esperado. Tem como principal causa o processo degenerativo aterosclerótico, mas também pode ser desencadeado por trauma.

Sintomas

Grande parte deles é assintomático. No entanto, quando o aneurisma atinge proporções maiores, pode comprimir estruturas vizinhas como nervos e/ou veias, o que leva a sensação de formigamento, agulhada ou dor na perna e no pé e edema. As complicações mais frequentes são a trombose do aneurisma ou embolia para as artérias da perna, que podem causar até gangrena na perna.

Diagnóstico

É feito com base no exame clínico e em exames de imagem como ultrassom Doppler arterial ou angiotomografia (capazes de estimar o tamanho dos aneurismas e se há a presença de trombo dentro deles).

Tratamento

É cirúrgico. No tratamento convencional, o cirurgião insere uma prótese plástica ou um segmento da veia safena do próprio paciente para substituir a região da artéria que está dilatada. Já na cirurgia endovascular, o especialista coloca stents por dentro do aneurisma, isolando-o da circulação através de um pequeno orifício na pele.

Pré-operatório e pós-operatório

O pré-operatório requer exames laboratoriais, eletrocardiograma e radiografia de tórax. Após o procedimento, o paciente é acompanhado por meio de exame clínico periódico e realização de ultrassom Doppler arterial.

Prevenção

Não há como prevenir.

Aneurisma da artéria renal

O que é

Dilatação da artéria renal que a deixa, no mínimo, 50% mais calibrosa do que seu diâmetro normal. Suas principais causas são displasia fibromuscular (desenvolvimento anormal da parede arterial) e aterosclerose (fraqueza da parede arterial em consequência do depósito de placas de colesterol). Traumas ou infecções abdominais também podem comprometer a integridade arterial da parede.

Sintomas

Em geral, não há sintoma e o aneurisma é encontrado por acaso durante a realização de algum exame de imagem abdominal. Mas, em alguns casos, pode provocar dor lombar, sangramento urinário, hipertensão arterial de difícil controle.

Diagnóstico

É confirmado com exames de imagem como ultrassonografia com Doppler, tomografia computadorizada, ressonância magnética e angiografia.

Tratamento convencional

Para o aneurisma assintomático e menor de 2cm de diâmetro, opta-se pelo tratamento clínico com controle da pressão arterial, glicemia e lipidemia (colesterol, triglicérides). Quando a dilatação é maior ou sintomática, há necessidade de intervenção cirúrgica. No procedimento convencional é feita a abertura da cavidade abdominal e a remoção do segmento dilatado da artéria renal.

Tratamento endovascular

É realizado através da cateterização do aneurisma e da oclusão do mesmo com uma punção na região inguinal. Minimamente invasivo (sem pontos) pode ser feito apenas com anestesia local.

Pré-operatório e pós-operatório

O pré-operatório necessita da avaliação das características anatômicas do aneurisma, da avaliação hematológica laboratorial e da avaliação cardiológica completa. O pós-operatório é mais rápido no tratamento endovascular, em apenas três dias o paciente retoma suas atividades. Já na técnica aberta, há necessidade de internação e período mais prolongado de repouso.

Prevenção

Possível apenas nos casos de causa aterosclerótica com controle da pressão arterial, glicemia, do colesterol e de triglicérides e abandono do cigarro.

Aneurisma intracraniano

O que é

Dilatação localizada e permanente de um vaso sanguíneo intracraniano, isto é, que irriga o cérebro. Há dois tipos: sacular (maioria deles) e fusiforme.

Sintomas

O aneurisma intracraniano pode ser assintomático e diagnosticado por acaso em exames de imagem realizados por outras causas. A manifestação mais temível é a ruptura que leva a um quadro conhecido por hemorragia subaracnóide. Nessa eventualidade, dependendo da quantidade de sangue extravasada, o quadro clínico varia desde uma cefaléia (dor de cabeça) até o coma ou a morte. Em algumas situações, dependendo da localização e do tamanho, pode produzir sintomas de compressão similar a um tumor.

Causas

Fatores estruturais, ou seja, uma falha na estrutura do vaso sanguíneo que se dilata devido a ocorrências como hipertensão. O hábito de fumar também desencadeia o aneurisma intracraniano assim como componentes genéticos.

Incidência

Acredita-se que a incidência no Brasil seja semelhante a dos EUA, em torno de 3 a 4% da população. Nas angiografias cerebrais realizadas por outros motivos a ocorrência chega a 1%. Trata-se de uma doença que merece atenção, pois segundo o autor Weber: “menos de 2% da população terá aneurisma intracraniano - 1% rompe e 0,5% leva à morte”.

Diagnóstico

Quando o aneurisma é volumoso pode ser suspeitado a partir da tomografia computadorizada. A angioressonância ou angiotomografia detectam aneurismas menores, mas o padrão considerado ouro para o diagnóstico dessa doença é a angiografia cerebral, que é o cateterismo dos vasos cerebrais.

Tratamentos

O objetivo de qualquer tratamento é excluir o aneurisma da circulação, evitando seu crescimento e, portanto, sua ruptura. O tratamento clássico é realizado por meio da craniotomia e a colocação de um clipe metálico na base do aneurisma (colo). Essa cirurgia é feita com auxílio de microscópio cirúrgico, permitindo ao neurocirurgião habilitado a dissecção dos vasos sanguíneos envolvidos para o posicionamento adequado do clipe.

O tratamento endovascular com espirais destacáveis também vem sendo indicado com frequência. Com o auxílio da radioscopia e de microcateteres, consiste em alcançar o saco aneurismático por dentro e depositar no seu interior as espirais de tamanhos e números variados com o intuito de excluir o aneurisma da circulação. Essa exclusão acontece mediante o preenchimento da cavidade com o máximo de espirais possíveis.

Pré-operatório e pós-operatório

Tanto o pré-operatório como o pós-operatório dependem do quadro clínico inicial do doente. Se o aneurisma está íntegro e foi achado “de surpresa” tanto o pré-operatório como o pós-operatório apresentam, em geral, boa evolução. Se a manifestação tiver sido a hemorragia subaracnóide, indicando a ruptura do aneurisma, a evolução estará ligada à quantidade de sangue extravasada e ao vaso-espasmo (redução do calibre dos vasos que podem causar uma diminuição do afluxo de sangue para territórios nobres) causando, mesmo com o sucesso do tratamento, sequelas mais ou menos graves.

Novos aneurismas

Quando bem clipado (operação convencional) ou bem embolizado (tratamento endovascular), o aneurisma não se manifesta de novo. Em situações nas quais não foi possível ocluir totalmente o aneurisma, o resíduo pode crescer e trazer os mesmos riscos do aneurisma inicial. Pelo fato do aneurisma surgir em função de um defeito da parede arterial, existe a possibilidade do aparecimento de aneurismas múltiplos, isto é, em locais diferentes daquele tratado.

Prevenção

Não há como prevenir. A prevenção contra a ruptura pode ser feita pelo diagnóstico precoce em exames de imagem (angioressonância, angiotomografia ou angiografia), particularmente, em indivíduos com antecedentes na família. Aneurismas muito pequenos (menor que 3 mm) devem ser acompanhados pela angiografia anual no intuito de identificar seu crescimento. Controlar a pressão arterial e parar de fumar também contribuem para estabilizar o tamanho do aneurisma.

Dissecção da aorta

O que é

Ocorre quando a parede da aorta – composta por três camadas laminares – se rompe parcialmente, com a entrada de sangue fazendo um falso trajeto. Esta dissecção pode progredir até as artérias das pernas e obstruir o fluxo sanguíneo de inúmeras outras importantes artérias. Trata-se de um dos mais graves eventos que podem acometer a aorta, já que a evolução natural é quase sempre fatal. Os fatores que mais influenciam a deterioração da parede arterial são hipertensão, aterosclerose e fumo.

Sintomas

Muitas vezes, é confundida com doenças cardiotorácicas, patologias abdominais agudas e síndromes neurológicas. O mais comum é a dor no peito, frequente em 93% dos pacientes (em 85% a dor surge de repente). As pessoas também se queixam de dor abdominal, indício de comprometimento das artérias intestinais, e podem apresentar isquemia medular. Em função das artérias obstruídas, as consequências podem ser acidente vascular cerebral, ataque cardíaco, insuficiência renal e gangrena nas pernas.

Diagnóstico

A suspeita é confirmada com exame clínico, ecocardiograma e angiotomografia computadorizada.

Tratamento

O tratamento primário é feito com medicamentos vasodilatadores e betabloqueadores para reduzir a força de contração do coração e a onda de pulso aórtica e também para controlar a pressão arterial. Ele pode significar a estabilização da extensão da dissecção e do risco de ruptura.

Já o procedimento cirúrgico ocorre quando há complicações como expansão do aneurisma, má perfusão visceral (rim, intestino), isquemia de membros inferiores, ruptura aórtica e persistência da dor com descontrole da pressão arterial. Nestes casos, a alternativa é operá-los pelo método endovascular (colocação de uma endoprótese na área da aorta acometida através de uma incisão na virilha) com menor tempo cirúrgico, menor perda sanguínea e recuperação mais rápida.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir a dissecção é o controle adequado da hipertensão arterial.

Doença arterial periférica

O que é

Placa de gordura que se calcifica na parede das artérias e diminui a nutrição de órgãos e membros devido à aterosclerose. Os fatores de risco para contrair a doença são: hereditariedade, diabetes, hipertensão arterial sistêmica, tabagismo, colesterol alto e sedentarismo. Pode se manifestar em três regiões: aorta ilíaca (mais comum em pessoas de 45 a 55 anos), femoro-poplíteo (frequente em pessoas de 55 a 65 anos) e infra-patelar (presente em pacientes diabéticos e acima de 65 anos).

Sintomas

Ao caminhar o doente sente dor nas panturrilhas, coxas e nádegas (conhecida como claudicação intermitente). Nas obstruções mais extensas podem surgir úlceras nas pernas, pés ou dedos e até mesmo gangrena.

Diagnóstico

O exame clínico é suficiente para diagnosticar a doença, mas, para garantir com precisão o grau da obstrução, utilizam-se a ecografia Doppler e a arteriografia.

Tratamento clínico

Para quem só tem a claudicação intermitente o tratamento é clínico e o paciente é orientado a praticar marcha e evitar os fatores de risco.

Tratamento endovascular

Pacientes com feridas necessitam de cirurgia na qual é feita punção na virilha, dilatação dos estreitamentos com balão e colocação de stent (molde metálico) para manter a artéria aberta. Com este procedimento o paciente evita cortes, toma anestesia local e pode voltar para casa no mesmo dia (após seis horas de repouso) ou no dia seguinte. Para evitar novas lesões é imprescindível que a pessoa mude seus hábitos de vida, optando por um estilo mais saudável - inclui-se aí a prática regular de exercícios, a suspensão do fumo e o controle do colesterol e do diabetes.

Tratamento aterectomia direcional (tipo lipoaspiração)

Pacientes com entupimento das artérias dos membros inferiores que sentem dores, dificuldade para andar e correm risco de amputações são casos para este procedimento feito na perna, com um corte de cerca de 2 cm na região da virilha para atingir a artéria femoral. Equipamento chamado TurboHawk é direcionado para o vaso entupido e quando chega ao ponto, começa a remover a gordura, com o controle do médico. Uma lâmina corta as placas até desobstruir. A técnica é feita em aproximadamente duas horas e a recuperação é rápida, em 15 dias o paciente retorna às suas atividades normais. O procedimento ainda tem outras vantagens ao método tradicional ou a colocação de stent: caso a artéria volte a obstruir, é possível realizar o procedimento outras vezes no mesmo local.

O que é

Obstrução das artérias pulmonares por um coágulo que se desprende em pacientes com trombose venosa profunda. Às vezes a embolia pode ocorrer em pessoas que não sabiam ter trombose venosa.

Sintomas

Falta de ar, tosse, pressão baixa e até a morte.

Diagnóstico

É realizado clinicamente e por meio de tomografia computadorizada.

Tratamento endovascular

Por meio de cateteres, o trombo é aspirado das artérias pulmonares. Pacientes pré-dispostos a embolizar recebem um implante de filtro de veia cava para impedir a passagem dos êmbolos para o coração e daí para os pulmões, evitando a embolia pulmonar e a possível morte.

O que é

Estreitamentos das artérias dos rins - levam sangue e ajudam os rins a filtrar o sangue e também a controlar a pressão arterial por auxiliar a secretar o hormônio renina - que impedem o órgão de trabalhar corretamente.

Sintomas

Muitas vezes são assintomáticas. Mas em outros casos, podem estar associada à hipertensão de difícil controle, função renal (filtração) diminuída, insuficiência cardíaca congestiva ou diminuição do tamanho dos rins.

Diagnóstico

É feito com base no exame clínico e em exames complementares como ultrassom abdominal (mostra os vasos sanguíneos e o órgão e facilita a localização de coágulos ou áreas de estreitamento e a determinação do tamanho do rim), ecografia vascular com Doppler (analisa precisamente o fluxo sanguíneo renal e estima o grau de estreitamento das artérias renais), angiotomografia computadorizada (revela com precisão a estrutura da parede dos vasos sanguíneos de médio e grosso calibres), angioressonância magnética (produz imagens bi ou tridimensionais das estruturas internas do órgão), angiografia (localiza os estreitamentos ou a obstrução através de raio-x) e cintiolografia renal (analisa o fluxo sanguíneo nos rins).

Tratamento

Inicialmente, o especialista utiliza medicamentos, mas quando o uso é ineficiente, levando à perda da função renal, recomenda-se a angioplastia renal.

O que é

Técnica cirúrgica minimamente invasiva indicada, basicamente, para casos de estenoses críticas (acima de 70%) de uma ou de ambas as artérias renais com comprometimento da função dos rins.

Pré-operatório

Não há nenhum preparo específico para o procedimento, apenas os mesmos cuidados de qualquer cirurgia como jejum de 8 horas e a suspensão de anticoagulantes e alguns tipos de hipoglicemiantes orais (remédios para tratamento de diabetes). Recomenda-se que o paciente tome uma medicação (suspensão oral) na véspera do procedimento no intuito de proteger os rins.

Como funciona

Todo o procedimento é realizado "por dentro dos vasos sanguíneos" através de uma punção na região da virilha. Não há cortes ou necessidade de pontos. Uma anestesia local é empregada junto com uma sedação leve. São introduzidos cateteres até o vaso acometido através do qual é implantado um stent (tubo metálico que mantém o vaso aberto) que é expandido por um balão. A taxa de sucesso do procedimento é de 95%, ou seja, em apenas 5% das vezes não é possível implantar o stent.

Pós-operatório

Os cuidados consistem em hidratação e monitoração da função renal. O paciente é liberado para andar já no dia seguinte. Em vista da natureza pouco agressiva do procedimento, o retorno às atividades habituais e mesmo ao trabalho ocorre entre 1 a 2 dias.

Hiperidrose

O que é

Uma disfunção do sistema nervoso autônomo simpático – responsável por regular a temperatura do corpo – que produz um suor excessivo. Acomete 2% da população e pode ocorrer na palma da mão, axila, planta do pé, face e no dorso.

Sintomas

Na axila: as principais queixas são roupas excessivamente molhadas, manchadas e danificadas e aspecto de má higiene. Na palma da mão: os pacientes reclamam de dificuldades para manusear papéis e instrumentos e cumprimentar ou tocar pessoas, resultando em dificuldades de relacionamento e problemas psicológicos.

Tratamento convencional

Paliativo e temporário. Podem ser feitos por meio do uso de antiperspirantes e medicamentos como anticolinérgicos (com efeitos colaterais), da iontoforese (substâncias administradas por corrente elétrica que reduzem o suor de seis horas a uma semana) e aplicação de botox sob a pele (50 injeções em cada mão que têm efeito de um a seis meses).

Cirurgia

Definitiva e irreversível. Conhecida como Simpatectomia é feita por videotoracoscopia - técnica endoscópica pouco agressiva realizada através de duas pequenas incisões na região da axila. O paciente fica no hospital por um período de 24 a 36 horas e o resultado é imediato.

Má-formação artério-venosa

O que é

São vasos sanguíneos anormais que podem acometer a circulação cerebral ou dos membros.

Sintomas

Dependendo do local, a má formação artério-venosa pode romper e provocar hemorragias, dor e inchaços.

Diagnóstico

É feito clinicamente e com exames como tomografias e ressonâncias.

Tratamento endovascular

É a melhor opção. São introduzidos cateteres dentro dos vasos sanguíneos anormais para embolizá-los. As vantagens para o paciente: método menos invasivo, com menor tempo de internação e recuperação mais rápida.

Procedimentos

CIRURGIA ENDOVASCULAR

É um ramo da cirurgia que trata as doenças vasculares por dentro dos vasos sanguíneos. Ocorre por punções ou pequenas incisões nas quais são introduzidos cateteres guiados por imagens de raio-x. Trata-se de um método eficiente e menos agressivo da medicina moderna. Indicação

Ela pode ser feita em vasos (artérias ou veias) de qualquer parte do corpo para corrigir aneurismas cerebrais e da aorta, trombose arterial, hipertensão arterial, tumores do fígado e miomas uterinos. Dependendo do vaso a ser tratado, a cirurgia endovascular já pode ser considerada a primeira opção. É bastante indicada a pacientes mais graves ou idosos para os quais a cirurgia convencional tem contraindicação. Vantagens

A cirurgia endovascular revolucionou as opções de tratamento com procedimentos percutâneos e minimamente invasivos. Na prática, isto significa menos trauma nos pacientes em relação às cirurgias convencionais. Pode, inclusive, ser realizada de forma ambulatorial, sem anestesia geral, com menos tempo de internação, recuperação mais rápida e retorno precoce às atividades diárias.

Diagnóstico

Requer exames laboratoriais, cardiológicos e de imagem. Cuidados no pós-operatório Recomenda-se cuidado com os pontos de punção, hidratação do paciente (em razão do uso de contrastes) e repouso.

CORPO CLÍNICO

Álvaro Razuk Filho
CRM 73.528

Consultórios: Centro Médico Aroeiras
Rua Dona Adma Jafet, 74 , cj. 94
Bela Vista – São Paulo - SP
Tel: + 55 (11) 2528-8113

Hospital Santa Isabel:
Rua Jaguaribe 144
Santa Cecília – São Paulo - SP
Tel: + 55 (11) 2521-5222

Currículo Lattes
Gabriel Santos Novaes
CRM 107.270
Currículo Lattes
Gustavo José Politzer Telles - CRM 101.456
Currículo Lattes
Jong Hun Park - CRM 101.456
Currículo Lattes
Roberto Augusto Caffaro - CRM 21.414
Currículo Lattes
Walter Kegham Karakhanian - CRM 31.672
Currículo Lattes

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